Autor: Elson Barbosa

YouTube se adapta a vídeos no formato vertical

Você pode até não curtir, mas os vídeos na vertical são cada vez mais comuns e “naturais” em toda a web, algo especialmente favorecido pelo uso massivo de smartphones para capturar imagens. A mais recente prova de que as imagens na vertical estão tomando conta vem direto do maior site de vídeos do mundo: o YouTube passa a se adaptar automaticamente a vídeos postados com essa orientação.

O anúncio foi feito na página de suporte da plataforma e indica que, a partir de agora, o reprodutor de vídeos do YouTube se adapta sozinho para oferecer a melhor experiência de acordo com o formato das imagens e com os tamanhos do monitor e da janela do navegador. Em suma, imagens em 4:3 e verticais perdem aquele fundo tradicionalmente preto, repetindo a cor do tema usado pelo usuário (branco se o tema é claro, cinza escuro se o tema é escuro).

O Youtube se adapta ao formato de vídeos na vertical.

A mudança já havia sido implementada nas versões mobile do YouTube tanto no Android quanto no iOS e, agora, chegam também ao desktop. Além de facilitar a vida de quem assiste a algo no YouTube, a novidade segue o padrão adotado recentemente pela Google de aproximar ao máximo a experiência de uso de seus serviços no desktop e no mobile.

Até mesmo os tradicionais vídeos horizontais na proporção 16:9 se beneficiam da mudança porque parte do espaço em branco ao fundo agora é utilizado para ampliar as imagens da postagem em si.

Apesar da confirmação de que a atualização já está no ar, como é de praxe com serviços da gigante da web, é possível que ela seja disponibilizada aos poucos ao grande público. Já mudou alguma coisa para você?

Fonte: TecMundo

Entenda por que o Google deixará de notificar usuários sobre sites seguros

Desde 2014, o Google promove a ideia de “lugar seguro para se navegar” por meio de sites que usem o protocolo HTTPS, ou seja, que tenham instalado em seus servidores os Certificados SSL/TLS. Com isso, foram implementadas regras de demonstração de segurança como o cadeado fechado da cor verde e a palavra “seguro” na barra de endereços do navegador, além dele ser reconhecido como prática em SEO recompensável, a classificação com o melhor ranking nas buscas para estes sites. Mas agora, esses modelos de segurança serão alterados.

O que muda a partir de agora?

A primeira delas é que o Google já havia anunciado que em algum momento faria um alerta sobre sites inseguros aos usuários que não possuem Certificados SSL/TLS instalados em seus servidores web. Porém, este alerta traria um esforço enorme de verificação para a gigante tech, tendo em vista que, em 2016, apenas 24 dos 100 maiores sites usavam SSL. Hoje este número chega a 81 dos 100 maiores, o que fez com que a verificação seja executada com muito menos esforço.

A segunda observação seria que os usuários estão confundindo segurança com confiabilidade. O que acontece é que qualquer usuário pode adquirir um SSL para seu site, mesmo que este não seja idôneo. Isto ocorre porque diversos modelos fazem a verificação automática de registro do domínio e não o vinculam à organização no qual fazem parte. São os chamados SSL de Validação de Domínio (DV). Assim, quando o usuário se depara com a palavra “seguro” na barra de endereços, supõe-se que a organização detentora do domínio é confiável e não fará mau uso de seus dados ou até mesmo que irá entregar a mercadoria prometida – em casos dos e-commerces, por exemplo – após pagamento.

É importante observar que os Certificados SSL que fazem este tipo de verificação e vinculação com o devido detentor do domínio como Validação de Organização (OV) e Validação Estendida (EV), em que o usuário pode buscar a chave pública disposta no navegador para saber quem é de fato a instituição que se quer realizar a transação, seja ela uma instituição de dados ou empresa financeira. Com a nova medida, o navegador Chrome, o mais utilizado no planeta (cerca de 60%), deverá indicar apenas sites que NÃO são seguros – Not Secure –, ou seja, os que não possuem SSL instalado em seus servidores e não utilizam o protocolo HTTPS, deixando as informações dos usuários vulneráveis a ataques de terceiros, já que não criptografam estes dados ora inseridos em seus websites.

Marketing: será que você está jogando seu dinheiro fora?

As pessoas não se cansam de ressaltar como o marketing é algo crucial para os negócios. Porém, sobretudo quando falamos de grandes empresas, o marketing pode estar sendo apenas um desperdício imenso de verba. O departamento cria, transmite e não tem retorno. Diretores trocam suas equipes, mas o ciclo se repete.

As vendas não aumentam e há uma sensação constante de que é preciso algo maior, grandioso, que atinja o público através de uma forma que seja impossível ignorar aquela campanha. O ponto é que é bem possível que as campanhas estejam sendo ignoradas. Então, é preciso abandonar o marketing? Essa ferramenta já não funciona? Claro que não!

O problema está em como as empresa fazem o marketing hoje em dia. Foi-se o tempo em que campanhas bonitas atraiam o consumidor. O público se tornou mais exigente e, acima disso, está calejado por anos e anos de propaganda, ações promocionais e diversos outros estímulos. Tornamo-nos anestesiados como sociedade, e passamos a buscar aquilo que fala a nossos interesses, filtrando o excesso. É uma questão que beira a acomodação sensorial.

Mas, então como resolver isso? Simples, é preciso olhar para o cliente e, quem está constantemente olhando para ele é o trade marketing. É uma área diferente, ativa em diversos níveis, e na maioria das empresas, totalmente ignorada pelo marketing.

O curioso é que o trade possui, exatamente, as informações relevantes sobre comportamento de compra dos clientes para ajudar o marketing a definir a estratégia das campanhas. Quando a campanha vai se desdobrar no PDV, a falta de informações sobre as especificações técnicas dos materiais para determinado tipo de canal, faz com que o marketing crie peças que não são permitidas ou não são adequadas para o público daquele determinado canal.

O maior motivo pelo qual o marketing, literalmente, desperdiça o dinheiro das empresas, é porque essa falta de comunicação não o permite ser assertivo. O que tem potencial para ser excelente, não se baseia em dados reais. Os departamentos de marketing, quando vão criar uma campanha, muitas vezes brifam a agência, e a agência cria somente com base em feeling, sem dados que embasem ou direcionem o conceito de comunicação. Já quando ele utiliza as informações vindas do trade, há sucesso na comunicação.

Não importa o quão alto se grite. Se você está gritando para alguém que não pode te ouvir, a mensagem não irá chegar. É preciso saber como fazer para ser entendido. Pense em uma venda sendo feita para uma pessoa presa atrás de um vidro com isolamento acústico. Falar não adianta, mas escrever sim. O importante é levar a mensagem certa, na forma certa.

Do ponto de vista de quem convive diariamente com as mudanças e desafios do varejo, parece um pouco estranho que haja uma falta de comunicação entre o marketing e o trade marketing. Isso porque, entendendo a fundo os dois processos, é quase absurdo considerar que as empresas negligenciem o potencial do trade marketing como estratégia de marketing.

Talvez um dos motivos principais dessa falta de diálogo entre os departamentos, seja a falta de conhecimento dos decisores a respeito do assunto e a totalidade do potencial dessa união. O marketing é algo que está muito mais facilmente compreendido no cotidiano empresarial, mas ainda há dúvidas sobre o trade marketing. Isso dificulta um olhar positivo.

Se ambos departamentos andassem juntos, eles poderiam trazer experiências e realidades para a discussão que fossem capazes de gerar bons insights e soluções para problemas que ambos enfrentam. As marcas atualmente se comunicam muito com informações pensadas de dentro pra fora, quando na verdade o trade pode trazer a informação que permitirá ao marketing se comunicar usando informações coletadas diretamente de quem compra.

É possível perceber que há uma cultura de desvalorização do trade marketing. No passado, só existia a comunicação da marca direta com o público, via televisão por exemplo. Isso começou a mudar conforme o tempo foi passando. A inflação foi controlada, o comércio conquistou espaço na cadeia de negociação nos processos de venda. Foi aí que o trade marketing começou a ganhar importância.

O trade aborda a inteligência dos processos de comércio. Ele abrange a comunicação, mas sobretudo, o entendimento do consumidor para direcionar ações assertivas no PDV. É saber como vender, para quem vender e porquê, tudo se baseando nas informações que o próprio consumidor e mercado possuem. É uma observação complexa do mercado com foco no consumidor, e não na venda em si.

Estamos em uma época de revolução das estratégias de varejo. Porém, apesar das facilidades tecnológicas, o PDV ainda é um local de decisão, porque a tendência mundial mostra que o cliente quer se conectar com uma marca, quer vivenciar a mesma, e isso ocorre no ponto de venda. Por fim, é possível ver que toda ação de marketing se beneficiaria de um diálogo mais intenso com o trade marketing. Ignorar essa conexão é ignorar parte central do processo, uma parte que está entre produto e cliente – e que na verdade permite intensificar a ligação entre ambos.

Enquanto o marketing irá criar meios de conectar o consumidor à marca, de forma ideológica, o trade marketing irá fornecer uma experiência que torna o consumidor fiel ao que ele vivencia dentro da marca. Não é apenas uma estratégia, é parte fundamental do processo. Se mais empresas compreendessem isso, mais fácil seria possibilitar um real crescimento de vendas motivado por uma satisfação do cliente. Vender uma marca é vender uma ideia. Vender usando trade marketing é viver essa ideia.

Fonte: Administradores.com

Redes sociais são apostas para campanhas nas Eleições 2018

As redes sociais devem ajudar a dar uma cara nova à propaganda nas eleições de 2018. De olho na oportunidade de se tornarem mais conhecidos entre os eleitores, candidatos deixam de lado santinhos, cartazes e panfletos e, agora, apostam em seguidores, likes e compartilhamentos.

Para coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fábio Malini, apesar de ocupar o 4º lugar no ranking das redes sociais mais utilizadas no Brasil, atrás do Facebook, Whatsapp e YouTube, o Instagram deve ser a grande aposta dessas eleições no Brasil.

“Existe uma curva de crescimento dessa ferramenta. É um veículo não contaminado por links, portanto muito difícil de colar notícia falsa. É claro que essa característica não exime o Instagram de conteúdos falsos ou distorcidos”, explicou.

Malini também aponta como uma vantagem o fato de o Instagram ser reconhecidamente uma plataforma alegre e com pouca toxidade. “Isso bem trabalhado politicamente faz com que o candidato tenha uma outra perspectiva de mostrar muito mais relações afetivas positivas”, avaliou.

Outra vantagem do Instagram, segundo o professor, é que nessa rede predominam os conteúdos originais, que têm mais credibilidade, enquanto no Facebook e no Whatsapp são mais compartilhamentos.

Captação de votos nas Eleições

Quando o assunto é atração de votos, o professor diz que a televisão, cada vez mais conectada às redes sociais, ainda tem um papel muito importante, já que só ela é capaz de falar para milhões de pessoas ao mesmo tempo.

“Juntas, as duas plataformas são capazes de criar clima de opinião”, explica.

De acordo com o especialista, o que conta para o eleitor não é o debate, que tem perdido cada vez mais audiência, mas a repercussão nas redes sociais. Atualmente, o Twitter domina as repercussões do que aparece na TV. Também é importante a exposição do candidato em programas fora do horário gratuito e a repercussão dessas inserções nas redes sociais.

Impulsionamento das redes sociais

As eleições de 2018 serão as primeiras a permitir que candidatos paguem para publicar propaganda na sua timeline.

Chamado de impulsionamento, a compra de anúncios em plataformas como o Facebook, Instagram, YouTube e o Twitter foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dá aos candidatos a chance de alcançar um número muito maior de usuários do que aqueles que já acompanham suas páginas e veem seus posts.

Os partidos não informam quanto pretendem investir nessa modalidade este ano, mas é certo que a palavra “patrocinado”, acompanhando mensagens políticas e pedidos de voto, vai invadir as redes sociais, a partir de 16 de agosto.

Fábio Malini acredita que a formalização de campanhas na internet pode trazer também como consequência a diminuição do uso de robôs e de perfis falsos para amplificar informações nas redes sociais.

Estudo

Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV) com 5.415.492 tuítes avaliados entre 22 de junho e 23 de julho mostrou a ação de robôs na pré-campanha presidencial.

De acordo com o trabalho, as interações motivadas pela ação de perfis automatizados, nesse período, corresponderam a 22,17% dos tuítes de perfis ligados ao campo da esquerda e que compõem tradicionalmente a base do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 21,96% relacionados ao campo conservador e alinhados ao deputado Jair Bolsonaro; 16,18% ligados ao campo de centro (não alinhados a nenhum dos “polos” tradicionais); e 3,99% ligados ao grupo de centro-esquerda (sem predomínio de nenhum ator político em particular).

Fonte: Correio da Bahia

 

Após cair no esquecimento, Instagram testa vídeos do IGTV no feed principal

O IGTV parece ter caído no esquecimento após o seu anúncio há algumas semanas, o que é perfeitamente compreensível, afinal de contas, competir com o YouTube, e ainda mais sem a opção de monetizar vídeos (que sequer tem previsão de estrear na plataforma), é algo praticamente impossível.

Mas o Instagram tem uma nova estratégia para estimular o uso do recurso entre sua base de usuários: colocá-lo no feed principal de postagens.

A empresa começou a testar a exibição do recurso em alguns perfis, onde ele fica posicionado entre a barra de Stories e as postagens dos usuários que são seguidos pelo perfil em questão.

Esse novo formato ainda está em formato de teste, em alguns perfis do mundo.

Será possível ver pequenas visualizações dos vídeos publicados no IGTV lado a lado, com uma indicação de sua duração, título, nome do usuário e foto do perfil.

De momento, a novidade só está disponível para um número limitado de pessoas – e sequer sabemos quando ela será liberada para o público geral.

Telegram lança serviço para armazenar versão digital de documentos

O Telegram sempre usou a privacidade como uma forma de atrair novos usuários. Agora, o mensageiro quer ir além com o seu novo serviço chamado Passaport. De acordo com uma publicação no site do aplicativo, a ideia é que o usuário utilize o mensageiro para guardar informações importantes.

Assim, se torna possível enviar fotos do RG, CPF, Carteira de Habilitação e outros para o serviço do Telegram, sendo que isso facilita o compartilhamento desses dados com empresas e outros serviços. Para que tudo funcione, o mensageiro criou uma API para que desenvolvedores usem um botão no qual o usuário pode logar usando essas informações.

Além disso, o Telegram afirma que todo o serviço é seguro com encriptação de ponta a ponta baseada em um servidor do próprio mensageiro.

Para o Telegram, esses dados são apenas bobagens aleatórias e não temos acesso às informações que você armazena no seu Passaporte Telegram. Quando você compartilha dados, ele vai diretamente para o destinatário.

De acordo com os desenvolvedores, a novidade já está disponível para os usuários do Telegram para Android e iOS. Além disso, no site oficial do aplicativo há um campo no qual é possível testar o recurso para diminuir a desconfiança em relação ao quanto a funcionalidade é segura.

Caso você queira acessar o Telegram Passaporte, basta ir em “configurações”, clicar em “segurança e privacidade” e selecionar o “Telegram Passaport”. O mensageiro ainda garante que já está testando maneiras de melhorar ainda mais o serviço.

Novo design do Chrome já pode ser utilizado no Android, iOS, Windows e macOS

A Google está preparando um grande redesign para todos os seus produtos este ano; depois de anunciar mudanças importantes no G Suite e um vazamento reforçar a implementação da interface branca e nova fonte Google Sans em aplicativos essenciais como Maps, Photos e outros, agora o navegador da companhia já permite que você antecipe o seu novo design.

Antes de tudo: atualize seu navegador para versão 68. No desktop basta clicar nos três pontos na barra de navegação, depois acessar Ajuda e então clicar em Sobre o Google Chrome, lá você ficará sabendo qual a versão do navegador a atualizará automaticamente para a mais recente.

No desktop

  • Abra o Chrome no seu computador
  • Copie e cole o link abaixo na barra de navegação
  • chrome://flags/#top-chrome-md
  • Mude a opção Default ao lado da descrição pela opção Refresh
  • Volte à barra de navegação e acesse o link abaixo
  • chrome://flags/#views-browser-windows
  • Na opção “Default”, troque por Enabled
  • Então reinicie o seu navegador clicando em “Relaunch Now”

No iOS

  • Bem como anteriormente, acesse o link abaixo copiando-o na barra de tarefas do Chrome para iOS
  • chrome://flags/#top-chrome-md
  • Em “UI Refresh Phase 1” toque na caixa de seleção
  • Troque a opção Default por Enabled
  • Então feche o aplicativo e volte a abri-lo para as mudanças surtirem efeito

No Android

  • O caminho segue sendo quase o mesmo: abra o Chrome em seu smartphone ou tablet
  • Acesse o link abaixo colando-o na barra de endereço
  • chrome://flags/#enable-chrome-modern-design
  • Volte para a barra de endereço e cole o próximo link
  • chrome://flags/#ntp-modern-layout
  • Então basta clicar em “Relaunch Now” e abrir novamente o app

Fonte: Tudo Celular

Facebook lança recursos para as eleições 2018 no Brasil; conheça

A perspectiva é de que em 2018 o número de usuários do Facebook com 11 anos ou menos nos Estados Unidos diminuirá em 9,3%

Facebook divulgou nesta terça-feira (24) uma série de medidas que, segundo a empresa, irá “proteger” as eleições 2018 no Brasil. A rede social de Zuckerberg quer tornar as propagandas políticas dentro da plataforma mais transparentes. Para isso, em anúncios ligados às eleições, serão públicas as informações que antes eram sigilosas, como o CNPJ de quem pagou pela publicação destacada.

Além disso, quem quiser fazer um anúncio político no Facebook também deverá fazer um registro prévio, que incluirá o envio de documentos como o RG e CPF, passando por uma aprovação da rede social. Esse tipo de publicidade ficará marcada como propaganda política na plataforma.

Outra iniciativa é a Biblioteca de Anúncios. O Facebook irá armazenar durante 7 anos todas as informações referentes à publicidade eleitoral da plataforma. Desde junho, a rede social passou a deixar mais claro dados referentes a publicidade veiculada pelas páginas — até mesmo no Instagram. Desta forma é possível acompanhar todas as propagandas feitas por uma página, independente se ela é exibida no seu feed de notícias ou não.

Essas informações podem ser acessadas no menu à esquerda das páginas, em “Informações e anúncios”. Nesta seção também é possível ver alterações de nome e quando a página foi criada.

Cronograma de propaganda no Brasil para as eleições

  • 31 de julho: anunciantes poderão fazer o registro na plataforma para marcar a publicidade como propaganda eleitoral.
  • 16 de agosto: os anunciantes poderão usar um rótulo de propaganda eleitoral no Brasil.

Também a partir de 16 de agosto os usuários do Facebook poderão acessar os anúncios eleitorais que estão ativos e inativos. A Biblioteca de Anúncios dará aos usuários informações detalhadas sobre eles. Além da imagem e texto, a ferramenta vai fornecer uma estimativa do valor gasto e dados demográficos sobre o público impactado pela propaganda.

Fake News

Ao longo do ano, o Facebook também tem criado formas para combater as Fake News. Além de um curso online e de um bot para ajudar as pessoas a interpretarem notícias falsas, a rede social implantou parcerias com a imprensa e agências de checagem de fatos. O fact checking da rede diminui o alcance de posts denunciados e pode até excluir páginas que publicam esse tipo de conteúdo de forma recorrente, o que tem causado polêmica nos últimos dias.

Mais informações sobre candidatos

A rede social também passa a disponibilizar algumas ferramentas para ajudar na escolha dos candidatos. Através da aba “Temas” em páginas com conteúdo político, o usuário pode conferir mais detalhes sobre a visão do candidato sobre temas como educação, segurança e saúde. O Facebook também vai disponibilizar outras funções novas.

O “Town Hall” vai permitir que as pessoas encontrem com facilidade os políticos. O “Informed Voter Button” vai redirecionar os usuários para páginas com informações úteis sobre as eleições. Essas duas ferramentas devem chegar até o dia do pleito, previsto para 7 de outubro. Já a função “Megafone” chegará ao Facebook no dia das eleições, dando detalhes sobre os locais de votação.

IGTV e o impacto nas plataformas e marcas

O Instagram anunciou o IGTV há algumas semanas, uma seção de vídeos verticais que tem até uma hora de duração. A nova funcionalidade, que compete com o YouTube, animou o público em geral e, principalmente, os influenciadores/creators. Mas a realidade vai muito além da empolgação com uma rede social em alta como o Instagram.

Para saber como o IGTV impacta os negócios digitais, façamos uma análise dos últimos acontecimentos acerca de vídeos nas principais mídias:

  1.  O Facebook, que também é dono do Instagram, não tem sido bem-sucedido com a sua estratégia de “vídeo first”, anunciada, há quase dois anos, por Mark Zuckerberg. A principal aposta, a funcionalidade Watch – plataforma de vídeos originais do Facebook – não vingou mesmo com seu orçamento de US$ 1 bilhão. Ao mesmo tempo, a rede tem visto o seu tempo de uso cair. Apesar de continuarem acessando, as pessoas gastam cada vez menos tempo por lá, além de estarem migrando para o Instagram, que já passou de 1 bilhão de usuários.
  2.  Já o YouTube, que fatura bilhões de dólares com publicidade, não consegue deixar as marcas satisfeitas com a falta de critério e moderação de seus vídeos. Polêmicas envolvendo a plataforma já viraram rotina e muitas empresas, inclusive, já disseram que não vão anunciar mais por lá.
  3.  O outro stakeholder fundamental para esse negócio, os “creators” que geram conteúdo e atraem anunciantes, também estão, em geral, bem descontentes com as decisões do YouTube, nos últimos tempos.

Com esse panorama, parece plausível a estratégia do Instagram de criar um novo espaço para a publicação de vídeos. Mas a questão é a forma como foi implementada.

Vídeos verticais já tiveram seu hype anos atrás, quando, por exemplo, o próprio Facebook passou a privilegiar esse tipo formato e quando surgiram festivais de cinema nessa “pegada”.

Porém, a realidade mostrou que a aplicação de vídeos verticais é boa somente para aqueles feitos e consumidos de forma casual. E está aí o sucesso do Stories no Instagram e dos vídeos do Snapchat, onde as pessoas têm um canal para publicá-los e assisti-los sem comprometimento de produção ou de tempo.

Atualmente, já se sabe que o formato ideal para assistir vídeos no celular são vídeos curtos em formato quadrado, pois não ocupam a tela inteira e permitem o engajamento. Já o formato vertical funciona para navegar/interagir no vídeo, pulando para a próxima parte ou canal, respondendo a uma enquete etc.

É aí que mora o risco dessa estratégia do IGTV, que opta por vídeos verticais de longa duração. Alguns parceiros do Instagram, no dia de estreia, já tinham documentários de mais de 50 minutos na vertical, diferente do Stories, que obriga as pessoas a serem mais objetivas e a produzirem toda hora, já que o conteúdo desaparece em 24 horas.

A plataforma também é o oposto do Facebook Watch, onde apenas parceiros de produção do Facebook tinham preferência na seção. Em vez de aproveitar o exército de “creators” espalhados no mundo, o Facebook fez algo totalmente centralizado. Com o IGTV, o Instagram foi para o extremo oposto. Ou seja, o primeiro era “preso” demais e esse, “solto” demais.

Portanto, a estratégia do IGTV parece ser uma decisão de negócios e não de experiência do usuário. É algo que parece legal em um planejamento estratégico para conseguir um grande mercado em um espaço curto de tempo, mas, na prática, as redes funcionam de forma diferente. Por isso, há dois cenários possíveis.

Cenário negativo: conteúdos gigantes e duplicados

Como falta um “direcionamento” na usabilidade para o que deve ser produzido e como ser consumido, essa é a situação mais provável de imediato. Isso deve gerar conteúdos duplicados do YouTube que ficarão “esteticamente feios”, por não terem sido feitos para o formato vertical, seja cortando a imagem nas laterais – ou outra improvisação qualquer – e também muito longos para serem vistos no celular de forma estática, sem interação.

Cenário positivo: novo Youtube

Com a boa vontade dos creators e o consumo de vídeos em celular cada vez maior, a própria comunidade pode ir desvendando os melhores usos para o IGTV. As plataformas de redes sociais hoje em dia são muito ágeis e o Instagram pode ir adaptando políticas e recursos. Com certeza, a participação em publicidade é uma carta na manga que a plataforma tem para direcionar o que é melhor para a comunidade.

Conclusão: o foco não deve ser na plataforma, mas na experiência do usuário

Com esse panorama, as marcas podem ter mais clareza para saber em que investir na sua estratégia digital. Como vemos, em pouco tempo, uma rede social se torna irrelevante ou cria novas funcionalidades. As equipes de marketing das empresas precisam, então, sempre se manter atualizadas nesses movimentos de mercado, sobre o que ocorre no comportamento do seu target e pensar além das plataformas. Isso é experiência do usuário.

A questão mais importante, talvez, não seja se o público de uma empresa usa mais YouTube ou Instagram, mas, sim, como ele consome vídeos no celular e que tipo de conteúdo o atrai. A partir disso, os experimentos nas plataformas vão mostrar o caminho tático para isso.

67% dos líderes de marketing devem aumentar gastos com digital, diz pesquisa

A transformação digital já mobiliza grande parte das empresas no Brasil e no mundo, uma vez que gerou mudanças significativas no comportamento do consumidor e, consequentemente, na verba destinada pelas empresas para aquisição de clientes e marketing digital.

Um estudo realizado pela Gartner com empresas que movimentam mais de US$ 250 milhões por ano, no Reino Unido e na América do Norte, apontou que 67% dos líderes de marketing planejam aumentar os gastos com marketing digital em 2018.

O investimento em tecnologia é outro ponto importante para as empresas, pois na era digital o desempenho do marketing está atrelado às soluções de TI, indispensáveis para os cruzamentos de dados, definições de estratégias, tomadas de decisão e maior alcance de consumidores.

Ainda de acordo com o levantamento, a análise de dados é uma das prioridades nos orçamentos dos CMO’s (Chief Marketing Officer), pois 9,2% da verba é destinada a essa área. Já os gastos com inovação em marketing representam 10% do orçamento total.

Segundo Rafael Rez, cofundador da Web Estratégica, empresas que investem em tecnologia de marketing podem não apenas coletar dados, mas cruzá-los para gerar informações, e analisá-las para gerar conhecimento, produzindo assim resultados cada vez maiores e mais assertivos.

“As tecnologias de marketing também permitem testar rapidamente e com menos recursos novas idéias, campanhas, canais e estratégias.”

 Mão de obra

Uma das maiores dificuldades para as organizações brasileiras é a falta de mão de obra qualificada, não somente para implementar novas tecnologias, mas também para ter o conhecimento necessário para a correta análise de dados.

“Isso encarece e atrasa a adoção da tecnologia, mas também permite que as nossas empresas observem as tendências de fora e aprendam com os erros antes de adotar qualquer novidade a preço de ouro, sem saber se os resultados pagarão a conta.”, afirma Rafael Rez.

Para pequenas e médias empresas, porém, o especialista recomenda investir com mais cautela. “Uma empresa maior sobrevive à perda de um investimento anual de 100 mil reais, porém numa empresa média o impacto dessa perda é muito maior. Enquanto em um uma pequena empresa, ele pode até levar à falência”, comenta. Para Rafael Rez, ser cético quanto aos resultados e agir de forma estratégica é ainda mais importante quando se é pequeno.